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Erros Comuns ao Avaliar a Água: Como Garantir a Segurança Corporal

  • Polaris Análises
  • 7 de jun.
  • 3 min de leitura

A água é um insumo crítico em praticamente todos os setores produtivos, desde a fabricação de medicamentos até a higienização de cozinhas industriais.



No entanto, garantir que ela esteja dentro dos padrões de potabilidade exigidos pela legislação brasileira, como a Portaria GM/MS nº 888, vai além de uma simples observação visual.


Muitas empresas cometem erros cruciais durante o processo de avaliação, o que pode mascarar riscos microbiológicos e químicos graves.



Neste artigo, vamos explorar as falhas mais comuns e como você pode estruturar um controle de qualidade robusto para a sua operação.

Resumo rápido


  • Erros na coleta e transporte são os principais causadores de resultados imprecisos em laudos de água.

  • O monitoramento deve ser frequente e não apenas pontual para garantir a segurança contínua do processo.

  • A manutenção e higienização de reservatórios são tão importantes quanto a qualidade da fonte de abastecimento.

  • A conformidade com a Portaria 888 é essencial para evitar sanções e proteger a saúde pública.

1. Negligenciar a Coleta Adequada das Amostras


O erro mais frequente começa muito antes da amostra chegar ao laboratório: no momento da coleta.


Utilizar recipientes comuns, que não foram devidamente esterilizados, pode introduzir contaminantes externos na amostra, gerando resultados falso-positivos.


Outro ponto crítico é a falta de assepsia do ponto de coleta, como a desinfecção da torneira ou gargalo antes da retirada da água.


É fundamental que a coleta seja realizada por pessoal treinado, utilizando Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e frascos específicos para cada tipo de análise.


A qualidade de um laudo laboratorial é diretamente proporcional à qualidade e integridade da amostra coletada em campo.


2. Logística e Tempo de Transporte Inadequados


A água é um meio vivo e sua composição microbiológica pode se alterar rapidamente se não houver conservação térmica.


Transportar amostras sem o uso de caixas térmicas com gelo ou demorar mais de 24 horas para entregar o material ao laboratório são falhas que invalidam o ensaio.


Microrganismos podem se multiplicar ou morrer em temperaturas inadequadas, distorcendo a realidade da qualidade da água que sua empresa consome.


⚠️ ⚠️ Amostras microbiológicas devem ser mantidas sob refrigeração entre 2°C e 8°C e analisadas dentro do menor tempo possível.


3. Realizar Apenas Análises Pontuais ou Insuficientes


Muitos gestores acreditam que realizar uma única análise de potabilidade por ano é suficiente para garantir a segurança.


Entretanto, a qualidade da água é dinâmica e pode sofrer variações sazonais, influências de chuvas ou falhas repentinas em sistemas de filtragem.


Avaliar apenas um parâmetro (como cloro livre) e ignorar a pesquisa de Coliformes Totais e Escherichia coli é um erro que coloca a saúde pública em risco.


Um cronograma de monitoramento mensal ou trimestral, dependendo da atividade fim, é a melhor prática para antecipar desvios.


💡 💡 Implemente um Plano de Amostragem que considere tanto os reservatórios quanto os pontos de consumo final.


4. Subestimar a Limpeza de Caixas d'Água e Reservatórios


Ter uma água de entrada impecável fornecida pela rede pública não garante segurança se o seu armazenamento interno estiver comprometido.


O acúmulo de biofilmes (camadas de microrganismos) nas paredes dos reservatórios é uma das causas principais de contaminação recorrente.


É um erro realizar as análises laboratoriais logo após a limpeza pesada do reservatório, sem permitir que o sistema se estabilize.


O ideal é monitorar periodicamente para verificar a eficácia da higienização e garantir que o residual de desinfetante se mantenha constante em toda a rede.

Como Garantir a Segurança Total dos Seus Processos?


Evitar esses erros requer técnica, processos bem definidos e parcerias com laboratórios de confiança.


A Polaris Análises oferece o suporte completo que sua indústria ou estabelecimento precisa para eliminar inseguranças no controle da água.


Realizamos ensaios físico-químicos e microbiológicos rigorosos, seguindo as normas nacionais e internacionais de qualidade.


Nossa equipe técnica está pronta para orientar sua empresa desde a metodologia de coleta até a interpretação correta dos laudos laboratoriais.


Não deixe a qualidade da sua produção e a saúde de seus clientes à mercê da sorte.


Entre em contato com a Polaris Análises hoje mesmo e solicite um orçamento para seu plano de monitoramento.

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Perguntas frequentes


Com qual frequência devo realizar a análise da água?


A frequência ideal depende do setor e da legislação local, mas geralmente recomenda-se análises de potabilidade básicas mensais e limpezas semestrais de reservatórios.


Quais os riscos de uma coleta inadequada?


Resultados falso-positivos, degradação da amostra por temperatura e perda de validade jurídica do laudo perante a vigilância sanitária.


Qual a legislação brasileira que rege a potabilidade da água?


A Portaria GM/MS nº 888 é a principal norma brasileira que estabelece os padrões e procedimentos de controle da potabilidade da água.

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